Acessibilidade

Educação, emprego, governo, comércio, saúde, recreação, cidadania… A internet perpassa todos os segmentos da sociedade e se tornou uma ferramenta indispensável para que se tenha acesso a esse mundo, agora todo conectado. É essencial, portanto, que seja plenamente acessível, a fim de proporcionar igualdade de acesso e oportunidades iguais para pessoas com deficiências visuais, auditivas, físicas, de fala, cognitivas e neurológicas.

Acessibilidade na internet significa que pessoas com deficiência podem navegar no mundo digital, percebê-lo, compreendê-lo e interagir com ele de uma maneira efetiva, bem como criar e contribuir com conteúdos. A acessibilidade também beneficia outros grupos, como o de pessoas idosas, que estão com capacidades em mudança devido ao envelhecimento.

Os princípios de acessibilidade consideram a situação em que muitos usuários se encontram e procuram soluções para essas dificuldades, como:

  • Não poder ver, ouvir, mover-se ou não conseguir processar alguns tipos de informação facilmente
  • Ter dificuldade em ler ou compreender textos
  • Não ter ou não conseguir usar um teclado ou mouse
  • Ter uma tela só com texto, uma tela pequena ou uma conexão lenta de internet
  • Não falar ou compreender fluentemente a língua em que o documento foi escrito
  • Estar em uma situação em que os olhos, ouvidos ou mãos estão ocupados ou com alguma interferência (por exemplo, dirigindo para o trabalho, trabalhando em um ambiente barulhento etc)
  • Ter uma primeira versão de um navegador, um navegador completamente diferente do que costumava usar, um navegador por voz ou um sistema operacional diferente

Consulte também:

Dicas rápidas para construir sites acessíveis:

  • Imagens e animações – use o atributo alt para descrever a função de cada elemento visual
  • Imagemaps – use mapas client-side (o tag map) e texto para as regiões clicáveis
  • Multimídia – inclua legendas e transcrições para o áudio e descrições para o vídeo
  • Hiperlinks – utilize texto que ainda façam sentido mesmo quando retirados do contexto. Evite a frase "clique aqui"
  • Organização da página – use cabeçalhos, listas e uma estrutura consistente. Utilize CSS para layout e estilo sempre que possível
  • Gráficos e diagramas – sumarize o conteúdo ou use o atributo longdesc
  • Scripts, applets e plug-ins – quando estiverem desabilitados ou de não serem suportados pelo browser, forneça conteúdo alternativo
  • Frames – use o tag noframes e empregue títulos significativos
  • Tabelas – torne compreensível a leitura linha a linha. E resuma.
  • Valide seu trabalho – use as ferramentas, checklist e os guias disponíveis em http://www.w3.org/TR/WCAG.

Para ver mais, consulte o guia completo e checklist em www.w3.org/WAI/.

Veja também exemplos de barreiras ao acessar páginas e o uso de tecnologias assistivas.