Casa Civil

Projeto Memória - Tânia Volkmann

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Através da publicação dos depoimentos dos funcionários mais antigos queremos destacar o papel de cada um na história da Celepar e da informática pública paranaense.
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Tânia Volkmann
“Esta é a razão de seu êxito: A revelação do lado humano da informática, o que nos estimula a prosseguir em nossas tarefas e nos orgulharmos da empresa onde trabalhamos.”









A visão humanista passível de ser observada na frase acima, é somente
uma das virtudes que norteiam a atuação profissional de Tânia Volkmann,
que há 28 anos compõe o quadro de funcionários da Celepar.

Determinada, iniciou seus trabalhos como estagiária do Curso de Formação de Programadores, em que inscreveu-se em 1979. Foram meses de testes e treinamentos, sendo efetivada no ano seguinte. Sobre esse período recorda: “Nessa época a CELEPAR possuía em torno de 450 funcionários efetivos e outro número equivalente (entre estagiários, temporários, terceirizados) que atuavam num projeto específico chamado CIATA que fazia a medição e o mapeamento das cidades do interior para cálculo e emissão de IPTU.”

Com a segurança advinda da experiência de quem transitou por diversas funções (cronologicamente: programação, análise de sistemas, suporte à programação/ desenvolvimento e, atualmente, suporte na área de produção), recorda como transcorria o processo de atendimento ao cliente em seu inicio: “Naquela época a prestação de serviços aos clientes passava por diversas áreas. Inicialmente havia uma área de Atendimento à Clientes, cujos analistas eram técnicos com bastante experiência e conhecimento tanto da empresa como do negócio do cliente. À eles competia analisar os serviços e produtos do cliente, avaliando a sua informatização. Essas necessidades eram então transferidas à Gerência de Análise de Sistemas que desenvolvia o projeto e repassava as solicitações à Gerência de Programação para o desenvolvimento / programação do sistema. Após os testes e aprovação do cliente, o sistema era então colocado em “produção” para sua utilização.”

Aprofundando-se ainda mais em suas reflexões, Tânia pondera também sobre, como ela denomina, “evolução” das tecnologias empregadas na programação e suporte de sistemas: “na época de minha entrada na empresa, só havia “mainframe” […] . Seu tamanho e sua capacidade de processamento ? Acreditem: em torno de 128/256 Kbytes de memória... Sem comentários... (brinca). Microinformática era um termo totalmente desconhecido. Os primeiros microcomputadores só foram aparecer na metade da década de 80.... Muito tempo levou para que começasse a haver a integração entre essas duas tecnologias, por motivos de desconhecimento, resistência, infraestrutura, etc.. Atualmente, “Plataforma Baixa” e “Plataforma Alta” já estão em tal sincronização, que para o usuário final é totalmente transparente o caminho que suas informações percorrem ou onde estão armazenadas”.

Apesar da especificidade e atribulação natural da época em que exercia a função de suporte à programação, que como ela própria descreve: “setor onde resolvíamos os problemas mais complexos, erros de programação e/ou lógica, otimização de programas, implantação e treinamento de novas tecnologias, etc”, nunca abandonou suas aspirações humanísticas, prova disso foi a atuação, durante o período de 1985 e 1989, como instrutora/coordenadora do Curso de Formação de Programadores, semelhante ao responsável pelo seu próprio ingresso, em que graduaram-se 7 turmas (sendo 2 de deficientes visuais), e mais de 200 técnicos, para orgulho de Tânia: “Muitos destes técnicos já saíram da CELEPAR, mas muitos ainda continuam aqui e, para mim, é extremamente gratificante vê-los crescendo cada vez mais na carreira, técnicos muito respeitados pela sua competência e reconhecidos pela empresa e colegas. É muito bom saber que fiz parte desse crescimento! ”, comemora.

Além desse período, considera marcante também a sua atuação na Presidência e Diretoria da Fundação Celepar, nos períodos de 1990-1995 e 1995-2003 respectivamente, sempre focada na satisfação dos funcionários. Destaca como principais ações nos períodos: a mudança do Estatuto Social, a ampliação da creche para pré-escola, a aquisição da Sede Campestre em Almirante Tamandaré, a construção da Sede Social e o Ginásio de Esportes, a realização de festas, passeios e excursões, os campeonatos e torneios, as Gincaníadas, sem falar da administração dos benefícios: da responsabilidade de cuidar do bem estar de cada um dos funcionários da empresa e seus dependentes. Em tudo isso se reflete a importância do bom relacionamento interpessoal e do trabalho em equipe: “Com isso foi possível conhecer melhor cada colega, conhecer melhor os problemas da empresa, conhecer nosso espaço, nossa casa... E para isso eu contei com todos os funcionários da Fundação CELEPAR que lá estavam construindo uma história, a quem agradeço cada ensinamento obtido.”

Essa preocupação com o indivíduo é um traço tão marcante na postura de Tânia, que é possível de ser observada até mesmo quando reflete não só sobre a importância da empresa como da própria tecnologia, quando afirma: “toda e qualquer tecnologia perde o sentido e a importância se perder de vista o ser humano. E é esta a principal missão da CELEPAR: utilizar toda sua tecnologia, experiência e conhecimento para atender o Estado e o cidadão, procurando sempre a melhoria da qualidade de vida da população, da sua comunidade.”
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