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13/04/2017

Rastreamento de produtos vegetais é foco em solução desenvolvida pela Celepar

Em conjunto com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (ADAPAR), a Celepar desenvolveu o Sistema de Defesa Sanitária Vegetal (SDSV), que garante o rastreamento de produtos de origem vegetal, sua quantidade, origem e destino final por meio do registro de cada produto. Isso só é possível através das certificações concedidas às unidades de produção (UP) e unidades de consolidação (UC) do Estado.

Além disso, a solução também permite a emissão de todos os documentos exigidos por lei, armazenamento de documentos de outros Estados e documentos internacionais, controle de toda a produção e estoques das UPs e Ucs. O SDSV garante que todos os profissionais vinculado a uma UP ou UC possua as credenciais e treinamentos necessárias ao combate às pragas.

Segundo o coordenador do Programa de Certificação e Rastreabilidade Vegetal, Juliano Farináceo Galhardo, essa unificação trouxe maior praticidade ao responsável técnico habilitado, o qual passará a utilizar apenas um sistema para realizar todas as etapas da certificação. Trouxe maior facilidade aos produtores rurais e proprietários/administradores de UC, pois possibilitará que num futuro próximo eles próprios possuam seus logins e façam suas solicitações de Permissão de Trânsito Vegetal (PTV).

Galhardo explicou ainda que o SDSV trouxe ainda maior confiabilidade, credibilidade e segurança à Certificação Fitossanitária de Origem e Consolidada (CFOC) paranaense como um todo, ao implementar controles automatizados de saldos de estoques de UP e UC, validades de habilitações, emissão de documentos padronizados, dentre outros.

O novo sistema também disponibilizou aos fiscais de Defesa Agropecuária da ADAPAR, a obtenção de relatórios com informações mais detalhadas sobre as UP, UC e PTV, de modo que estes possam melhor direcionar suas atividades de fiscalizações do Sistema de Certificação.

O SDSV mais uma vez ratifica a ADAPAR como instituição de vanguarda na modernização do processo de Certificação Fitossanitária de Origem e Consolidada no país.

“Um futuro case de business intelligence sobre os dados produzidos por este sistema poderão influenciar não somente a rastreabilidade e controle de pragas, mas também prever aumentos e desvalorizações de cada tipo de produto, por município, chegando ao nível de cada UP e UC. Toda movimentação financeira de produtos de origem vegetal em todo estado, o volume vendido para outros estados, assim como o custo do prejuízo por determinada praga são algumas das muitas perguntas que este sistema pode responder”, destacou um dos analistas responsáveis pelo sistema, Henrique Américo Ribas.

Este projeto foi capitaneado pelo analista Henrique Américo Ribas e apoiado pelo time da COSIN-A3 que atende a ADAPAR: José Fabrício Menezes dos Santos, Luana Boganika Acosta, Luciana Reis, Michel Wesley Sugimoto, Ricardo Strique e Thiago Radi Mendes.
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